Recordações de um jardim
Diz-me porque não há dia ou noite, que não pense em ti. Como posso eu esquecer-te e afastar este sofrimento? Pois a mim me negaste o teu toque, a tua presença.
Relembro-me dos dias que passaram, da maneira com que só tu me olhavas e ao pé de mim te encolhias na esperança de um abraço meu. Como uma criança assustada que busca a protecção do pai. Momentos esses em que me sentia como uma concha; concha essa que era o teu abrigo. Não passando por mim os males que a ti tentavam atingir.
Recordações do singelo toque da tua pele, errando pela minha, como quem vagueia por um jardim, onde em cada poro da minha pele uma flor fazias desabrochar. E de quando os teus olhos fehcavas e a meu lado dormias, eu te observava. Como um pintor que olha para a sua mais perfeita obra. E ao acordares, meus olhos se abriam de novo para te admirar. Como que o ciclo de uma flor, desde o abrir das pétalas ao sol radioso, até ao seu fecho sob o brilho da noite.
Recordo-me do meu jardim onde no seu centro estava a flor mais preciosa, mais guardada e mais amada. No seu centro estava tu. *
Relembro-me dos dias que passaram, da maneira com que só tu me olhavas e ao pé de mim te encolhias na esperança de um abraço meu. Como uma criança assustada que busca a protecção do pai. Momentos esses em que me sentia como uma concha; concha essa que era o teu abrigo. Não passando por mim os males que a ti tentavam atingir.
Recordações do singelo toque da tua pele, errando pela minha, como quem vagueia por um jardim, onde em cada poro da minha pele uma flor fazias desabrochar. E de quando os teus olhos fehcavas e a meu lado dormias, eu te observava. Como um pintor que olha para a sua mais perfeita obra. E ao acordares, meus olhos se abriam de novo para te admirar. Como que o ciclo de uma flor, desde o abrir das pétalas ao sol radioso, até ao seu fecho sob o brilho da noite.
Recordo-me do meu jardim onde no seu centro estava a flor mais preciosa, mais guardada e mais amada. No seu centro estava tu. *
