Palavra que por vezes devido a egocentrismo se torna difícil de pronunciar ou de demonstrar.
Dizes que há medo de deixar partir com medo de que algo tão bom não se volte a encontrar. Pois algo melhor ainda não encontrei e penso que não o encontrarei. Pois a meu ver o que temos é o melhor que há. Com os seus altos e baixos, com vantagens e desvantagens, amores e desilusões, igualdades e diferenças. Mas quem disse que o amor provinha do entendimento completo de duas ou mais partes. Ele não surge do nada e assim permanece. Mas vai evoluindo ao longo dos tempos. Das alegrias que rejuvenescem e das tristezas que o endurecem, mas não deixa de crescer. Por momentos estático, noutros em crescimento exponencial. As situações assim proporcionam o seu crescimento. Se iguais fossemos nada teríamos a descobrir, se opostos fossemos em nada nos encaixariamos. Mas somos apenas diferentes. Cada qual com a sua marca, com o seu feitio. E como uma maré que ruma também nós dois rumamos. Umas vezes para um lado outras para o outro, ou apenas nos deixando guiar pela corrente. Mas sempre no mar a caminhar.
Avenças e desavenças tivémos, mas com amor e carinho olho e penso em ti. Mesmo quando te viro as costas ou desapareço, ou apenas viro o mundo todo para mim, continuo sempre a pensar em ti. De noite ou de dia, sóbrio ou não é em ti que penso. Se por momentos pensas que te esqueço ou que te ignoro, então por momentos te enganas. Um passado eu tive e no presente e futuro já não estou só nos meus passos.
Agradeço-te por me acompanhares nos passos que dou e por me puxares quando por vezes me encaminho por caminhos erróneos.
Com amor te amo.
Obrigado por te amar e desculpa se por vezes não o deixo transparecer.